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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

CONTEÚDO COMPLEMENTAR DE GEOGRAFIA 2º ANO ENSINO MÉDIO. 3º BIMESTRE. EIXO TEMÁTICO VI TEMA 6 : AS NOVAS TERRITORIALIDADES NO CAMPO.



CONTEÚDO COMPLEMENTAR DE GEOGRAFIA 2º  ANO ENSINO MÉDIO. 3º BIMESTRE.

EIXO TEMÁTICO VI TEMA 6 : AS NOVAS TERRITORIALIDADES NO CAMPO.
SUBTEMAS
• A fluidez das fronteiras econômicas, políticas e culturais entre os meios rural e urbano.
• A expansão e consolidação do agronegócio em contraposição à manutenção da fome no mundo.
• A participação dos agroprodutos no contexto das exportações brasileiras e no PIB.
• O desenho do novo rural brasileiro: novas alternativas de produção e manejo (in)sustentável do solo.
As Transformações no Mundo Rural

TÓPICO--20. ESTRUTURA FUNDIÁRIA  OP—19 --R.A—21—(AS NOVAS TERRITORIALIDADES DO TRABALHO NO CAMPO). R.A—24—ESTRUTURA FUNDIÁRIA-
Atividades (habilidades)
1- Quais são as disparidades territoriais e sociais relativas à distribuição da terra nos países centrais e periféricos?
2-  Como é o IDH (saúde, educação, esperança de vida) e a desigualdade da distribuição da posse da terra nos países periféricos como o Brasil. Associe somente com a população que sofre com a falta de terra?
CONCEITUAR-  Agroindústria – Multinacionais -  Tecnologia no campo- produção agrária do Brasil - exportações brasileiras -  uso da terra – exportação - meio ambiente – erosão – excedentes -
estrutura fundiária - concentração de terras -  questão agrária - OIT- Organização Internacional do Trabalho - Comissão pastoral da Terra – latifúndios - reforma agrária - conflitos no campo - políticas sobre agronegócio -  agricultura familiar, MST

Relacione
(1)Agroindústria
(2)Multinacionais
 (3)Tecnologia no campo
(4) Produção agropecuária do Brasil
(5) Exportações brasileiras
(6) Uso da terra
 (7) Exportação
 (8) Meio ambiente
(9) Erosão
 (10) excedentes
 (11) Estrutura fundiária
 (12) Concentração de terras
(13) Questão agrária
 (14) OIT
(15) Comissão pastoral da Terra
 (16) Latifúndios
 (17) Reforma Agrária
(18) Conflitos no campo
(19) Agronegócio
(20) Agricultura familiar
(21) MST
(   )  É toda relação comercial e industrial envolvendo a cadeia produtiva agrícola ou pecuária dentro do ponto de vista econômico. É também chamado de agrobusiness.
(   )  Representa 12% do PIB nacional, considerando-se apenas o valor da produção. Quando se usa o conceito moderno de AGRIBUSINESS ( soma das operações de produção e distribuição de insumos e novas tecnologias agrícolas, produção, armazenamento, transporte, processamento e distribuição), a participação agroindustrial alcança mais de 35% do PIB, evidenciando o efeito multiplicador que esse setor exerce sobre a economia como um todo e sobre o interior do País.
(   ) Acontecem por causa da má distribuição da terra, que só pode ser solucionado pela Reforma agrária e democratização do acesso à terra e desenvolvimento do campo. A reivindicação e a luta do povo camponês e dos indígenas são satanizadas pelos “poderes deste mundo”, através dos meios de comunicação (que são dos grandes) Há uma má vontade no reconhecimento dos direitos dos povos indígenas e do camponês. A maioria dos conflitos acontece no Norte e a maioria dos assassinatos são registrados no Pará.
(   ) CPT é um órgão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), A CPT desenvolveu junto aos trabalhadores da terra (peões, os posseiros, os índios, os migrantes, as mulheres e homens) um serviço pastoral de luta  pela  liberdade e dignidade  numa terra livre da dominação da propriedade capitalista. Os posseiros da Amazônia foram os primeiros a receber atenção da CPT, mais tarde os sem-terra. Terra garantida ou conquistada, o desafio era o de nela sobreviver.
(   ) É a destruição do solo e das rochas e seu transporte, em geral feito pela água da chuva, pelo vento ou,  pela ação do gelo. Destrói as estruturas (areias, argilas, óxidos e húmus) que compõem o solo. Estas são transportados para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão assorear cursos d'água.
(   ) É a reorganização da estrutura fundiária com o objetivo de promover a distribuição mais justa das terras.
(   ) É a venda de bens (produtos) para outro país, é feita em moeda forte, como o dólar americano, o yene  japonês, o euro da UE.
(   ) É de um lado, um pequeno número de grandes proprietários de terras - os latifundiários -, que monopolizam a maior parte das propriedades rurais; e do  outro lado , milhões de pequenos proprietários que possuem uma área  pequena - os minifúndios.
(   ) É o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas. Envolve todas as coisas vivas e não-vivas ocorrendo na Terra, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos.
(   ) É o cultivo da terra realizado por pequenos proprietários rurais, tendo como mão-de-obra essencialmente o núcleo familiar, em contraste com a agricultura patronal - que utiliza trabalhadores contratados, fixos ou temporários, em propriedades médias ou grandes.
(   ) É quando a terra é dividida em propriedades, de acordo com todo o processo histórico da área ou de acordo com as leis da propriedade ditada pelo estado.
(   ) É tudo  que ultrapassa a quantidade "normal" de produção. Ex: uma família de camponeses consome 2kg de arroz por semana e, produz 3kg. Esse 1kg a mais que ela produziu é o excedente. A evolução agrícola propiciou esse excedente e o início do comércio.
(   ) Movimento dos Trabalhadores Sem Terra.
(   ) O Brasil ocupa o primeiro lugar na exportação de vários produtos agrícolas - açúcar, carne bovina, carne de frango, café, suco de laranja, tabaco e álcool. Também é vice-líder em soja e milho e está na quarta posição na carne suína.
(   ) Práticas de gestão do território e de uso da terra têm um grande impacto sobre os ecossistemas e os recursos naturais incluindo a água e o solo.  O  mal uso do solo causa  erosão (desertificação), inundações, assoreamentos de rios. As mudanças de uso da terra estão diretamente relacionadas a questões de mudança do clima também. Por
(   ) São assuntos sobre a posse e uso do solo no Brasil, parte da colonização do Brasil  e desenvolvimento da agricultura,  passando pelas leis  da terra, pela precariedade na organização sindical dos trabalhadores rurais, terras improdutivas, terras expropriadas, reestruturação dos sindicatos, desapropriações legais, grilagem, posseiros,  economias familiares,  até mecanização, financiamentos, reforma agrária, violência no campo.
(   ) Organização Internacional do Trabalho
(   ) São extensas propriedades rurais onde existe uma grande proporção de terras cultivadas ou sem aproveitamento e são exploradas com tecnologia obsoleta e de baixa produtividade ou apresentam produção para exportação. 
(   ) São grandes empresas com filiais espalhadas pelo mundo. (ex: Mc Donald's, Petrobras, Coca-cola,...)
elas se interessam por países subdesenvolvidos, pois terão menos gastos com impostos, encontrarão amplo mercado consumidor e mão de obra barata..
 (   )  O campo está cada vez mais equipado, com sementes, adubos, agrotóxicos cada vez mais aprimorados o que melhora a produção e  reduz o tempo, além de colheitadeiras,  computadores etc.
(   )É uma indústria voltada para a transformação de matérias-primas provenientes da agricultura, pecuária, com objetivo de exportação. Como consequência muitas vezes há miséria em regiões onde houve esgotamento dos recursos naturais.

CONTEÚDO
• as origens da nossa história em termos de ocupação, iniciando pela concessão de sesmarias
• os atores envolvidos na questão agrária
• a regionalização da estrutura fundiária, a lógica do capital e os estágios de desenvolvimento das regiões
• as noções em relação ao tamanho das propriedades servirão de base para problematizar o papel do Estado na organização do espaço agrário, incluindo desde a Lei das Terras em 1850 até o Estatuto da Terra em 1964
• tipologia de propriedades, em que o aluno poderá estudar a classificação das propriedades quanto ao tamanho e a função social da terra, a fim de oferecer o bem estar social
• relações de capital-estado-espaço, a fim de estabelecer a influência que o Estado exerce no redesenho do espaço a partir das determinações do capital
• associação do tamanho das propriedades ao perfil do produtor, ou seja, empresários capitalistas se apropriam de médias e grandes propriedades, enquanto os agricultores familiares se restringem a pequenas propriedades
• distinção das relações de trabalho que ocorrem na tipologia de propriedades, resultando no assalariamento, no caso das médias e grandes propriedades, e nas relações de parceria
• identificação do uso da terra no tamanho das propriedades, uma vez que a utilização da terra para fins produtivos está estreitamente vinculada ao tamanho das propriedades

D17 - Comparar processos de reforma agrária nos países  a partir da leitura de pequenos textos.
ORIGENS DA NOSSA HISTÓRIA EM TERMOS DE OCUPAÇÃO, INICIANDO PELA CONCESSÃO DE SESMARIAS
Cinco foram os tipos de reforma agrária que aconteceram no mundo: Extraído do texto: Reforma agrária: uma questão de vida
1.º as radicais, que puseram em prática a propriedade territorial coletiva ou estatal, como a realizada na União Soviética;
2.º a de modo lento e indireto, como ocorreu na Inglaterra;
3.º a subdivisão mais ou menos rápida do latifúndio, com o estabelecimento de limites de áreas, sem contudo promover transformações fundiárias, como as ocorridas na Europa central após a primeira guerra mundial;
4.º as realizadas em regiões onde predominam as pequenas áreas rurais arrendadas, e que visam à transformação do arrendamento em propriedade, como as realizadas nos países islâmicos e orientais;
5.º as que promovem a redistribuição da terra e oferecem, ainda, assistência técnica e financeira aos agricultores, como incentivo à pequena propriedade. É o caso da Itália, Finlândia, Alemanha e Países Baixos.                                                                       
  A REFORMA AGRÁRIA tem por objetivo proporcionar a redistribuição das propriedades rurais, ou seja, efetuar a distribuição da terra para realização de sua função social. Esse processo é realizado pelo Estado, que compra ou desapropria terras de grandes latifundiários (proprietários de grandes extensões de terra, cuja maior parte aproveitável não é utilizada) e distribui lotes de terras para famílias camponesas. Conforme o ESTATUTO DA TERRA de 1964, o Estado tem a obrigação de garantir o direito ao acesso a terra para quem nela vive e trabalha. No Brasil, historicamente há uma distribuição desigual de terras, esse problema teve início em 1530, com a criação das capitanias hereditárias e do sistema de sesmarias. Essa política de aquisição da terra formou vários latifúndios. Em 1822, com a independência do Brasil, a demarcação de imóveis rurais ocorreu através da lei do mais forte, resultando em grande violência e concentração de terras para poucos proprietários, sendo esse problema prolongado até os dias atuais. A realização da reforma agrária no Brasil é lenta e enfrenta várias barreiras, entre elas a resistência dos grandes proprietários rurais (latifundiários), dificuldades jurídicas, além do elevado custo de manutenção das famílias assentadas (que necessitam de financiamentos com juros baixos para a compra de adubos, sementes e máquinas e infraestrutura). Porém, é de extrema importância a realização da reforma agrária. Essa proporcionaria terra para a população trabalhar, aumento na produção agrícola, redução das desigualdades sociais, democratização da estrutura fundiária, etc. Nesse contexto, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), exercem grande pressão para a distribuição de terras, sendo a ocupação de propriedades consideradas improdutivas sua principal manifestação. 

1) Quais foram os cinco tipos de reforma agrária que aconteceram no mundo?
2) De acordo com o texto em que tipo de países aconteceu com eficácia a reforma agrária?
3) Qual é o principal empecilho da reforma agrária nos países periféricos?
4) Qual é o objetivo da Reforma Agrária?
5) O que é latifúndio?
6) Como o Estado consegue terras para redistribuição?
7) O que ficou definido no Estatuto da Terra quanto às obrigações do Estado?
8) Quando teve início a distribuição desigual de terras no Brasil? Por quê?
9) Como foi a demarcação de terras com a Independência do Brasil? Em que isso resultou?
10) Por que no Brasil a Reforma Agrária é lenta?
11) Por que é importante que aconteça uma Reforma Agrária?

          D38 - Contextualizar historicamente o processo de expansão territorial e os fluxos migratórios no Brasil.
A REGIONALIZAÇÃO DA ESTRUTURA FUNDIÁRIA: Na agricultura e na pecuária são utilizadas instrumentos e máquinas,mas o principal meio de produção é a terra. Não é possível realizar um estudo da economia agrária sem falar da estrutura fundiária, isto é, da propriedade privada sobre a terra(seu número, tamanho e distribuição social) Isso facilita a compreensão das desigualdades que acontecem no campo. A Estrutura Fundiária é quando a terra é dividida em propriedades, de acordo com as leis da propriedade ditada pelo estado. Uma das causas da má distribuição das terras no Brasil foi a colonização. Existe também a história da concentração de terras, que teve como consequência a violência no campo ( chacinas de posseiros). O maior problema agrário do Brasil é a sua estrutura fundiária: de um lado, um pequeno número de grandes proprietários de terras - os latifundiários -, que monopolizam a maior parte das propriedades rurais; no outro, milhões de pequenos proprietários que possuem uma área extremamente pequena - os minifúndios -, insuficiente para permitir-lhes uma vida decente e com boa alimentação. Muitas grandes propriedades possuem enormes áreas ociosas, que não são utilizadas pela agropecuária, apenas a espera de valorização. Isso interfere diretamente na quantidade de postos de trabalho, valor de salários e, nas condições de trabalho e o modo de vida dos trabalhadores rurais. O Estatuto da Terra dividiu os imóveis rurais do Brasil em três categorias.
Minifúndio-  propriedade inferior ao módulo fixado para a região em que se localiza e para o tipo de exploração em que nela ocorre, possuem menos de 50 hectares e correspondem atualmente a cerca de 72% do total dos imóveis rurais do país, embora ocupem apenas cerca de 12% da área total.
Empresa rural- São os imóveis explorados de forma econômica e racional, a área chega a 600 módulos rurais. abrangem cerca de 5% do total de imóveis e equivale a quase 10% da superfície total ocupada pelas propriedades agrárias no Brasil.
Latifúndio-  A maior parte das terras ocupadas e os melhores solos encontram-se nas mãos de pequeno número de proprietários.
A partir de 1970, começou uma expansão das "fronteiras agrícolas" do país em direção a Amazônia, com a ocupação de terras devolutas, a derrubada da mata e o estabelecimento da lavoura e pecuária. Em boa parte, essa ocupação é feita pelas  empresas agrárias. Essa expansão contribuiu para agravar o problema da estrutura fundiária do Brasil, já que as propriedades que ocupam a maior parte das terras são latifúndios. A concentração fundiária no Brasil prejudica a produção de alimentos. Isso porque as grandes propriedades em geral, voltam-se mais para os gêneros agrícolas de exportação. De 60 a 70% dos alimentos destinados ao abastecimento do país procedem da produção de pequenos lavradores, que trabalham em base familiar. Portanto, a concentração da estrutura fundiária explica a queda da produção de alguns gêneros alimentícios e o crescimento de produtos agrícolas de exportação. Outra forma de concentração de terras no Brasil é a expropriação, isso é a venda de pequenas propriedades para os latifundiários para pagar dívidas. Como a maioria dos minifúndios tem pequeno nível tecnológico não tem boa produtividade e os custos são elevados, dessa forma, não conseguem competir no mercado, ou seja, não obtêm lucros. Esse processo favorece o sistema migratório do campo para a cidade, chamado de êxodo rural. A problemática referente à distribuição da terra no Brasil é produto histórico, resultado do modo como no passado ocorreu a posse de terras ou como foram concedidas. A distribuição teve início ainda no período colonial com a criação das capitanias hereditárias e sesmarias, caracterizada pela entrega da terra pelo dono da capitania a quem fosse de seu interesse ou vontade, em suma, como no passado a divisão de terras foi desigual os reflexos são percebidos na atualidade. 

Atividades:
1) Qual é o principal meio de produção da agropecuária?
2) O  que é Estrutura Fundiária?
3) Qual a principal consequência da concentração de terra?
4) Qual é o maior problema agrário do Brasil?
5) O que são minifúndios?
6) Em que a grande quantidade de terras ociosas interfere na qualidade de vida do trabalhador rural?
7) O que foi a expansão agrícola de 1970?
8) Por que a expansão agrícola agravou o problema da estrutura fundiária do Brasil?
9) Por que a concentração fundiária prejudica a produção de alimentos para consumo interno e favorece a produção para exportação?
10) O que é expropriação?
11) Por que a maioria das pequenas propriedades não obtêm lucro?
12) O que é êxodo rural? Por que acontece?
13) Por que se diz que o problema fundiário no Brasil é histórico?

     TÓPICO--21. TERRITORIALIDADES NO CAMPO OP-20— TERRITORIALIDADES NO CAMPO R.A—20 
     HABILIDADE
     21.1. Analisar as relações de poder na implantação de projetos agropecuários mineiros, como o Projeto Jaíba.
    CONCEITUAR-
    Territorialidades – cooperativas - espaço solidário -  trabalho coletivo - escoar a produção -  acesso ao crédito -   desenvolvimento rural local -  irrigação - direito de acesso a terra - pequeno produtor - Programa Fome zero -   agroecológico - turismos rurais (ecológico e cultural -  migração rural-urbana  - Ministério do Desenvolvimento   Agrário.
     O QUE ENSINAR
• modelos de produção no campo: patronal (moderno, convencional) e agricultura familiar
• fixação do homem no campo
• intervenção do Estado nas territorialidades através da implantação de projetos públicos de irrigação
• desenvolvimento rural local sustentável, inserindo um diálogo cujo local não se transforme em um ponto isolado e os produtos não sejam definidos pelo mercado e desconhecidos dos produtores
• fortalecimento da agricultura familiar através da organização dos produtores
• pluriatividade, ampliando as possibilidades de trabalho para a população rural não exclusivamente na agricultura
• movimentos sociais que se manifestam no rural como conseqüência dos conflitos por terra

O "PROJETO JAÍBA" é um perímetro de irrigação fruto de uma parceria entre o Governo Federal e o Governo de MG. Jaíba é uma porção de terras de cerca de 300 mil hectares, localizada entre a margem direita do Rio São Francisco e a esquerda do Rio Verde Grande, abrangendo terras do município de Matias, Cardoso, Jaíba e etc, localizados no Norte de Minas.
O Projeto Jaíba integra a participação governamental e a iniciativa privada. Os seus objetivos são: assegurar o assentamento de  pequenos produtores e agricultores empresariais na terra, reestruturar e revitalizar seus processos produtivos; promover o desenvolvimento sustentável da agricultura, consolidar o pólo agroindustrial aumentando a participação da região no mercado interno e externo de frutas, implantar uma agricultura moderna tornando-a capaz de gerar riquezas e prosperidade.
ATIVIDADES:
1)O que é o projeto Jaíba?
2) Quem financia o projeto e por isso toma as decisões?
3) Onde acontece o projeto Jaíba?

4) Qual o objetivo do projeto em relação:
- ao pequeno produtor---------------
- a agricultura---------------------------
- a consolidação da região como pólo agroindustrial-------------
- implantação de uma agricultura moderna---------------------

         D51 - Relacionar dados da modernização da agropecuária nas diversas regiões brasileiras.
        D52 - Compreender a circulação de mercadorias através da rede rodoviária, ferroviária, hidroviária ou aeroviária.
       RELACIONE:
(1) Cooperativas
(2) Espaço solidário - 
(3) Trabalho coletivo –
(4) Escoar a produção
(5) Acesso ao crédito –
(6) Desenvolvimento rural sustentável 
(7) Irrigação –
(8) agricultura sustentável
(9) Direito de acesso a terra
(10) Pequeno produtor
(11) Programa Fome zero 
(12) Agroecológico
(13) Turismos rurais 
 (14)migração rural-urbana 
(15) MDA
(16) Segurança Alimentar
(17) PRONAF
(   ) É  uma associação de pessoas com interesses comuns, economicamente organizada de forma democrática, isto é, contan­do com a participação livre de todos e respeitando direitos e deveres de cada um de seus cooperados, aos quais presta serviços, sem fins lucrativos.
(   ) É um lugar usado pela comunidade de forma voluntária para fazer caridades e ajudar entidades da cidade como hospitais creches, etc...
(   ) È realizado em conjunto para o crescimento da comunidade rural, ou cidade,  ou da produção no caso de uma empresa.
(   ) É  um dos grandes problemas do agronegócio, pois depende das rodovias, sempre mal conservadas. É dificultado pela falta de investimentos nas ferrovias e hidrovias o que resulta em custos mais elevados.
(   ) Desde que o governo saiu do papel de financiador principal da atividade agrícola, o produtor tem buscado várias alternativas para financiamento. O crédito traz algumas dificuldades por causa do relacionamento que os bancos exigem. O produtor tem que ter seguro, cartão de crédito, dentre outras coisas.
(   ) (DRS) um conjunto de práticas e tecnologias aplicadas ao meio rural que possibilita a exploração e utilização de recursos no meio rural de modo a  satisfazer  as exigências do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações satisfazerem as suas necessidades.
(   ) É uma técnica utilizada na agricultura que tem por objetivo o fornecimento controlado de água para as plantas em quantidade suficiente e no momento certo, assegurando a produtividade e a sobrevivência da plantação. Complementa a precipitação natural, e em certos casos, enriquece o solo com a deposição de elementos  fertilizantes.
(   ) É a agricultura que não só promove a conservação dos recursos naturais (solo, água e biodiversidade) como também é economicamente viável e promove a equidade social.
(   ) A Constituição de 1988 estabeleceu direitos aos índios e aos negros de quilombos remanescentes sobre as terras que tradicionalmente ocupam. Isso significa que são anteriores à formação do Estado, existindo independentemente de qualquer reconhecimento oficial. A obrigação de proteger as Terras  cabe à União. As Terras são inalienáveis e indisponíveis, e o direito sobre elas é imprescritível. Até hoje essa lei não se cumpriu. Indígenas e quilombolas esperam a titulação das terras.
(   ) É o responsável pelo abastecimento interno de alimentos, pois a agricultura familiar emprega a maioria dos agricultores. Isso surpreende, pois historicamente, as políticas beneficiaram os latifundiários, em detrimento aos pequenos agricultores. O que ajudou na mudança foram o crédito e a formação de cooperativas entre os pequenos agricultores e os recém assentados.
(   ) É um programa do governo federal criado em 2003 para o enfrentamento da fome e da miséria. Foi criado para combater a fome e as suas causas estruturais, que geram a exclusão social e para garantir a segurança alimentar de todos. Fazem parte do programa: Ampliação da merenda escolar; Cartão–Alimentação; Distribuição emergencial de alimentos para pessoas que estão em risco quanto à segurança alimentar, como famílias acampadas, comunidades indígenas, quilombolas e pessoas que se alimentam dos lixões; Programa de construção de restaurantes populares;Programa Nacional de Banco de Alimentos;Programa emergencial de transferência de renda para as famílias rurais;Programa emergencial de reforma agrária e de apoio à agricultura familiar.
(   ) É uma alternativa da agricultura familiar socialmente justa, economicamente viável e ecologicamente sustentável agregando  saberes populares e tradicionais provenientes das experiências de agricultores,  comunidades indígenas e camponesas.
(   ) É uma modalidade do turismo que tem por objetivo permitir a todos um contato mais direto com a natureza, a agricultura e as tradições locais, através da hospitalidade privada em ambiente rural e familiar.
(   ) Ministério do Desenvolvimento Agrário
(   ) Os principais motivos de grandes quantidades de habitantes sairem da zona rural para as grandes cidades são: busca de empregos com boa remuneração, mecanização da produção rural, fuga de desastres naturais (secas, enchentes), qualidade de ensino e necessidade de infra-estrutura e serviços (hospitais, transportes, educação,
(   )É a garantia do direito de todos ao acesso a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente (todos os dias).
(   ) Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar  



       TÓPICO--22. RELAÇÃO CAMPO E CIDADE OP—21--. R.A—27---
       HABILIDADES—
       1- Qual o significado da identidade do campo e da cidade nas sociedades dos países centrais e periféricos.
       2-Interpretar material imagético sobre aspectos relevantes dos fenômenos sociais, políticos, econômicos que tratam da relação campo e cidade.
http://3.bp.blogspot.com/-pIaojeyfDgk/TeLTeJXmEWI/AAAAAAAAADI/Vls_bKKotKw/s1600/migra%25C3%25A7%25C3%25A3o++campo+cidade.jpghttp://200.198.28.154/sistema_crv/banco_objetos_crv/%7b457CF164-205B-4B16-AC4B-38380EADAD6F%7d_img2.JPG

       CONCEITUAR- degradação ambiental, cidades-satélites desfalecidas, centros urbanos dirigidos pelo automobilismo, invasão de terrenos -  predomínio da cidade sobre o campo - ruralidade estetizada associada aos esportes coutries - Novo rural - O rural na globalização


           RELACIONE:
(1) Degradação ambiental
 (2) Cidades - satélites  
(3) Centros urbanos,
(4) Usucapião
(5) Predomínio da cidade sobre o campo
(6) Ruralidade
(7) Novo rural

(   ) É um processo de degeneração do meio ambiente, onde as alterações biofísicas provocam alterações na fauna e flora natural, com eventual perda de biodiversidade. É associada à ação de poluição com causas humanas, contudo, no decorrer da evolução de um ecossistema, pode ocorrer por meios naturais.
(   ) É a designação usada para se referir a centros urbanos surgidos nos subúrbios de uma grande cidade, tipicamente para servir de moradia aos trabalhadores. Assim, o centro da grande cidade ficará destinado ao comércio, onde os terrenos são mais caros, e a periferia para habitação. Com a expansão, estes núcleos urbanos periféricos vão constituindo cidades, pouquíssimo industrializadas e com comércio básico.
 (   ) É uma cidade  com grande importância regional.
(   ) É o direito que um cidadão adquire, relativo à posse de um bem móvel ou imóvel, em decorrência do uso deste bem por um determinado tempo. Ela é caracterizada pela posse que, cumulativamente, ocorra: De maneira mansa e pacífica; Ininterruptamente; Sem oposição do proprietário; e Por prazo igual ou superior a 5 anos.
(   ) Se deu depois da Revolução Industrial com o crescimento das cidades que  oferecia  possibilidade de trabalho e a realização de um sonho de uma vida melhor (acesso ao ensino, saúde, moradia etc.)
(   ) Conjunto de características e valores do mundo rural.
(   ) A área rural não se restringe mais a atividades agropecuárias e agroindustriais.  Nas últimas décadas, o meio rural ganhou novas funções - agrícolas e não-agrícolas - e oferece novas oportunidades de trabalho e renda. Agora, a agropecuária moderna e a agricultura de subsistência dividem espaço com atividades ligadas ao lazer, prestação de serviços e a  indústria ( "pesque-pague", sítios de lazer, casas de campo, fruticultura, floricultura, serviços como restaurantes, clubes, hotéis-fazenda, turismo ecológico, etc. ), reduzindo, cada vez mais, os limites entre o rural e o urbano.

  CONTEÙDO:
- Fenômenos sociais, políticos, econômicos da relação campo e cidade
- Os problemas do campo e os da cidade: as cidades-satélites desfalecidas, as vilas agrícolas, a periferização das cidades com o desemprego do campo
- A desterritorialização rural
- O papel da população no processo de urbanização e rurbanização
- O desaparecimento da oposição cidade-campo

As contradições entre cidade e campo existem desde o surgimento da cidade. Mas nunca foram tão grandes. A escolha entre caos e renovação é cada vez mais urgente e faz emergir uma série de arranjos espaciais com os quais a sociedade precisa conviver e conhecer. A crise reflete-se num campo despovoado, degradação ambiental, cidades-satélites desfalecidas, centros urbanos dirigidos pelo automobilismo, invasão de terrenos, exageradas distâncias entre casa e trabalho. Nas sociedades atuais, tornou-se banal a constatação do desaparecimento da oposição cidade/campo, bem como da passagem à urbanização generalizada, ou ainda àquele complexo rural–urbano ao qual às vezes se dá o nome de rurbanização porque  o rural está cada vez mais unido ao urbano. É correto afirmar que a produção agrícola se transforma em um setor da produção industrial. O agrupamento tradicional próprio à vida camponesa como a aldeia, transforma-se; unidades mais vastas o absorvem; ele se integra à indústria e ao consumo dos produtos dessa indústria. A concentração da população acompanha a dos meios de produção, isso é a população está onde estão os meios de se produzir riquezas. O tecido urbano prolifera, estende- se, corrói os resíduos de vida agrária. O tecido urbano, não se limita, de maneira restrita, ao domínio edificado nas cidades, mas ao conjunto das manifestações do predomínio da cidade sobre o campo. Nessa acepção, uma segunda residência, uma rodovia, um supermercado em pleno campo, fazem parte do tecido urbano. O que se desenha nessa relação é um território unificado pelo mercado que evidencia o circuito espacial de produção e consumo, marcando o fim do predomínio da cidade sobre o campo.
   ATIVIDADES:
  1. Que relação pode existir entre desemprego no campo e aumento das periferias nas cidades?
  2. Que palavras no texto podem substituir desterritorialização rural?
3.     Por que o texto usa a expressão rurbanização?
4.     Que parte do texto deixa claro o desaparecimento do predomínio da cidade sobre o campo?
5.     O que quer dizer a concentração da população acompanha a dos meios de produção?






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